domingo, 19 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Desova no Costa e Silva
Restos de um veículo que aparenta ser quase novo são deixados às margens da nascente do rio Cachoeira no final da rua Rui Barbosa
Texto e fotos: James Klaus
... na divisa com a BR-101
As margens da Rui Barbosa servem de depósito clandestino de lixo
Os materiais ali descartados -incorretamente/ criminosamente- variam, são restos de construção civil, animais -vivos e mortos-, resíduos de oficinas mecânicas, sofás, eletrodomésticos...
... e o já tradicional tambor de 50 lts de óleo queimado que aparece aqui todos os meses
Até aqui, tudo normal, a comunidade já se acostumou com esse cenário deplorável e com o desrespeito à natureza. A rotina é comunicar o acontecido às autoridades. Após alguma insistência, o material é recolhido e encaminhado ao aterro sanitário. Fora essa ação, nada mais é feito para evitar o próximo crime. A comunidade pensa que se as placas não são o suficiente para evitar o despejo de lixo, outras medidas devem ser adotadas. Missão para a regional do Costa e Silva. Porém, o quadro caótico se agrava mais ainda. Nesse início de agosto (2012), o local recebeu -novamente- restos de veículos, cuja procedência de furto/ desmanche ou não, poderá ser atestada pela polícia.
CRIME²
O veículo foi 'picado' em partes...
A ferrugem nos cortes indica que ficou 'quieto' por algum tempo até a 'poeira baixar'...
Nem o chassi e nem os vidros possuem numeração, tudo para dificultar a investigação policial
Nesta peça é possível observar a inscrição "Hyundai"
Não há casas construídas nesse trecho da Rui Barbosa. É uma área de preservação ambiental. Apesar da comunidade solicitar o fechamento da via, nada foi feito. Sequer uma resposta à solicitação foi dada...!
O acesso à rodovia BR-101 não está de acordo com as normas, portanto, é irregular. Nem poderia estar aberto!
A vida na região das nascentes do rio Cachoeira merece respeito! Restringindo o acesso de veículos -na área em questão- não haverá mais o despejo de lixo. Pense nisso e nos ajude a preservar o resto de vida nesta área de Joinville.Divulgue esta matéria e cobre das autoridades o cumprimento de suas funções. Chega de enrolação! Acorda, povo!!!
Reclame! O problema também é seu!
- Secretaria regional do Costa e Silva (Secretário Andrei Soares) 3425-5511 www.joinville.sc.gov.br/organograma/Costa+e+Silva.html
- Fundema 3433-2230 www.fundema.sc.gov.br
- Ouvidoria da PMJ 156
- Polícia Ambiental (47) 3439-5477
Texto e fotos: James Klaus
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Uma das noites do maior festival do mundo
“Dança
Joinville. Dança o meu coração...” O resto do hino deve ter ecoado na cabeça de
muitos que leem. Principalmente para os que vêm das mais variadas regiões do
país para prestigiar e participar do maior festival de dança do mundo. À
medida que se aproximava cada noite da mostra competitiva o coração de quem
aguarda as cortinas do palco se abrirem e os holofotes acenderem,
batia no compasso dos alto falantes que anunciavam as atrações. Como
nas outras noites da competição, as luzes do palco se apagaram, contudo, os celulares permaneciam ligados como lanternas a contribuir para a ‘Ola’
de reverência aos senhores do sincronismo. Gritos eufóricos dos expectadores
estarrecidos com passos precisos soavam como a mudança de uma tocada.
Apresentações de Ballet Clássico e Jazz marcaram a 6ª noite de mostra
competitiva do Festival de Dança de Joinville. O entusiasmo de quem estava
presente se fazia audível através dos aplausos que transpassavam as
paredes do Centreventos Cau Hansen, que esteve lotado e
acolheu a segunda arte.
Texto: Eluana Mello
Fotos: Eluana Mello e Patricia Stahl Gaglioti
Caminhão despeja óleo de motor em boca de lobo
Um verdadeiro crime ambiental, pois o óleo foi direto para um dos principais afluentes do rio Cachoeira
O fato aconteceu na rua Expedicionário Milnitz, uma lateral da rua Inambu no bairro Costa e Silva
O local é utilizado como estacionamento de uma carreta e, segundo testemunhas, também é utilizado para fazer a manutenção deste. Além do caminhão ficar na contra mão, existem placas no local que proíbem o tráfego de caminhões com mais de 04 toneladas. Segundo informações, o proprietário do caminhão reside num prédio nas adjacências e costuma estacionar ali sem ser incomodado.
O maior problema não é a desobediência às leis, mas, sim, o crime ambiental ali praticado. A falta de respeito com a comunidade e com a natureza é explícita. Uma gota de óleo polui 1000 litros de água e não é possível saber quantos litros de óleo queimado foram parar dentro do rio Cachoeira que passa ao lado desta via. Onde está o Intram? Não há fiscalização em Joinville? A comunidade está revoltada!
Texto e fotos: James Klaus (julho de 2012)
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