Introducing San Francisco O Parc De France, no Saguaçu Fim da novela?

domingo, 29 de maio de 2011

Lindo demais





Fotos tiradas em uma casa de campo no município de São Bento do Sul, durante um final de semana inesquecível. A linda paisagem aliada ao frio da serra e um sol ainda que tímido, proporcionaram sensações maravilhosas e registros incríveis. Espero que consigam sentir as boas sensações e o positivismo que o lugar traz.


Regiane Milke

São Francisco do Surf

Domingo, só mais um dia na chata e pacata São Francisco do Surf.



Por Humberto Reis (3° Semestre)

Domingo é dia de... Tédio.

Num domingo, não importa o que você faça, tudo vai ser um tédio!




Tédio é aquela sensação gerada quando nada parece ser interessante o bastante para o manter acordado, ou quando você é obrigado a fazer algo que seja algo realmente chato, como ter que ficar assistindo televisão em um domingo chuvoso, acompanhar a família para passear no meio do mato no final de semana, ir em festas de crianças sem comida, essas coisas. Ainda bem que o tédio é (ou não para algumas pessoas) uma sensação de curto prazo, já que ele geralmente acaba quando a situação tediosa termina, ou quando você cai no sono de vez. O tédio já foi apontado como causa das maiores pragas da humanidade. Por exemplo: Hitler só começou a Segunda Guerra Mundial porque nenhum dos seus amigos comentavam nas suas publicações do Facebook e nem retweetava seus twittes. A lei do imposto de renda só foi acionada pois os políticos não tinham mais nada para fazer e decidiram fazer alguma coisa pra se alegrar e "roubar legalmente". Por fim, Pedro Álvares Cabral só descobriu o Brasil, porque não aguentava mais ficar em Portugal fazendo bolinho de Bacalhau.

Infelizmente, eu não sei como acabar com o tédio, mas sei o que pode criar o tédio:
  1. Apenas ser domingo.
  2. Chover no dia que você resolve ir à praia ou ficar em casa num dia chuvoso.
  3. Esperar em um engarrafamento.
  4. Assistir uma aula de matemática na última aula da semana.
  5. Assistir Zorra Total, Faustão, Didi, Os caras de pau, Casseta e Planeta...
  6. Acompanhar o crescimento da grama.
  7. Assistir a um campeonato de xadrez.
  8. Fazer a unha e não poder mexer a mão.
  9. Ficar na fila de banco, mercado, cinema e afins.
  10. Ir trabalhar e não ter nenhum trabalho pra fazer.
  11. Ler os textos de filosofia (Brincadeira Dauto kk)

Por Bruna Pereira

Vinga Cup







No último sábado ocorreram as finais da Vinga Cup, torneio de futsal masculino realizado pela Associação Atlética Segura Berenice. Foram seis times participantes, todos formados por alunos e ex alunos da faculdade, as finais foram muito disputadas. As partidas foram marcadas pelo equilíbrio e pelo respeito entre todas as equipes.
A final foi disputada entre o time dos Veteranos Sem Freio, formado por alunos já formados, e o time Yellow Label, formado principalmente por alunos do curso de Publicidade e Propaganda(foto). Foram minutos dignos de uma final.
O Yellow Label começou perdendo por 2 a o, mas não se entregou, mudou sua postura em quadra e teve forças para buscar o empate. O jogo ficou ainda mais disputado com o empate, nenhuma das equipes estava disposta a adiar a vitória. Quando tudo parecia estar caminhando para a prorrogação, faltando um minuto para encerrar a partida, o Veteranos sem Freio passa a frente no placar. Já sem tempo para se recuperar,e com o desfalque do jogador Couto, contundido, o Yellow Label acabou ficando com o segundo lugar.
A Vinga Cup 2011 teve portanto como campeão o time Veteranos sem Freio, Yellow Label em segundo lugar e Zapata em terceiro.




Adrieli Evarini

AÇÃO X SUPERAÇÃO






Ação x superação fazem parte da rotina de quem participa do Cepe (Centro Esportivo para Pessoas Especiais).

O Cepe atende a adultos e crianças portadores de necessidades especiais que gostam de praticar esportes. O centro disponibiliza as modalidades de natação, bocha, atletismo e basquete em cadeira de rodas.

A técnica de natação Juliana de Carvalho conta que faz parte deste projeto há 6 anos, e há 4 anos trabalha com natação olímpica. A modalidade atinge o público a partir dos 12 anos no Pan-Americano ou competições.

Na natação existe uma classificação funcional que vai do s1 ao s10. Essa classificação depende da funcionalidade do atleta. Quanto maior o grau da deficiência menor o número de sua classificação, por exemplo, s1 é o atleta que tem dificuldade de locomoção e limitação dos movimentos, e s10 é o atleta que tem apenas um encurtamento, pé equino.

Na natação paraolímpica do Cepe tem desde a iniciação até o alto rendimento, atletas de níveis regionais, estaduais, nacionais e internacionais.

Para a nadadora paraolímpica e vice Presidente do CEPE, Lins Maiar o esporte adaptado é importante não só para o corpo, mas também para a autoestima. “A natação ajudou muito a melhorar o meu corpo, pois eu era mais gordinha antes de começar a nadar”, explica.

Os treinamentos acontecem todos os dias por até duas horas. Como o centro esportivo não possui uma piscina própria, há parcerias com várias piscinas de Joinville, e os atletas de competição recebem acompanhamento multidisciplinar, uma das parcerias é com o Ielusc, através de acompanhamento nutricional.

correção de texto de Jéssica Cristina da Silva

texo e fotos Andréia Silva