Introducing San Francisco O Parc De France, no Saguaçu Fim da novela?
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ensino de música nas escolas em Campo Alegre

Em agosto de 2008, o então presidente Lula assinou a lei que torna obrigatório o ensino de música em todas as escolas do Brasil, tanto públicas quanto particulares. Todos os estabelecimentos de ensino tiveram prazo de três anos para colocar a lei em prática. Segundo o texto da lei, o ensino de música nas escolas torna-se obrigatório, porém não exclusivo.
Na rede municipal de ensino de Campo Alegre, a música passou a ser trabalhada dentro da disciplina de artes desde o início do ano. “Acrescentamos uma aula de artes no horário da semana”, relata Ângela Hübner, secretária municipal de educação. Segundo ela, não houve contratações de professores de música porque os próprios professores de artes podem lecionar. “O objetivo não é ensinar algum instrumento musical, mas sim despertar a musicalidade nas crianças”, esclarece.
A professora Jaqueline Tabert leciona a disciplina de artes para turmas do pré ao 5º ano, em duas escolas municipais de Campo Alegre. Conta privilegiar as cantigas de roda nas aulas de música. “Também confeccionamos instrumentos como tambor e chocalho em material reciclável com os alunos”, explica. Segundo ela, o ensino é pensado de acordo com a idade da criança. “Não dá pra pensar em termos culturais, porque no centro da cidade não existe uma etnia predominante”.
Para a professora de música Marília Scheffer, a aula de música de qualidade depende de um bom método. As aulas devem estar apoiadas em três pilares: improvisação, composição e interpretação. “Há preconceito em relação à composição e à improvisação mais pelo medo de errar que por outro motivo. Infelizmente”, conta a professora, que dá aulas de música há dez anos. Diz haver possibilidade de aliar a música ao ensino de outras disciplinas, mas deve ser preferencialmente particular. Segundo ela, a musicalização inicia ainda na barriga da mãe, portanto não há problema em trabalhar música com crianças. “A partir do 7º mês de gestação o bebê já ouve sons. A mãe é a primeira a trabalhar a música na criança”. Segundo ela, a música resgata o que há de melhor no ser humano. “Temos que deixar de olhar o ser humano como uma máquina de trabalhar e voltar para a essência, para as particularidades, pois é isso que nos torna tão belos”, finaliza.

Por Sabrina Idalêncio

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Um pedaço do Oriente em Campo Alegre

Natureza, vida tranquila e simpatia da população são alguns dos motivos para muitas famílias escolherem Campo Alegre para continuar a vida. Localizada a 60 km de Joinville, a 108 km de Curitiba e a 242 km de Florianópolis, a cidade possui pouco mais de 12 mil habitantes e tem nas atividades rurais sua base econômica.


 Há quem atravesse oceanos em busca dessa tranqüilidade. Fatim Jacó mudou-se de Israel para o Brasil com a família há 4 anos, e está há 3 em  Campo Alegre. Vive com sua família em uma chácara há 8 km do centro da cidade, chamada de Nova Galileia. Pelo menos 70 pessoas moram na chácara, todos irmãos, sobrinhos e outros parentes de Fatim. “Viemos para o Brasil porque seguimos o cristianismo, que é a religião predominante daqui. Escolhemos Campo Alegre por ser um lugar tranquilo. Gostamos de natureza”, conta. Na chácara, está construída a Igreja Monte de Ouro, da qual Fatim é pastor. A comunidade israelense frequenta os cultos todos os domingos, às 9h.
Família israelense




Fatim com a esposa

Igreja Monte de Ouro

Younan Jacó, 26 anos, encarou as diferenças culturais entre Brasil e Israel naturalmente. “Lá, os jovens saem, vão para a balada, têm vida social como aqui. Eu não saía tanto porque nossa religião não aprova esse estilo de vida, assim como aqui não tenho o hábito”, conta. Younan concluiu graduação em Administração de Redes no seu país de origem e, atualmente, mora e trabalha em Navegantes. Segundo ele, Israel está muito mais avançado em tecnologia do que o Brasil. “É comum, por lá, os jovens carregarem os tablets nos bolsos, e estão sempre conectados à internet. Aqui, não vejo tanto isso”, compara. Outra diferença sentida foi em relação ao clima. “Em Israel as estações do ano são mais definidas. No verão, o tempo é seco e esquenta muito. No inverno, chove bastante”.
A Nova Galileia possui internet wi-fi que abrange todo o território. As crianças e adolescentes pegam ônibus todos os dias para freqüentar as aulas no centro da cidade. Muitas das tradições como tomar chá à tarde nas casas dos vizinhos ao som do violão ainda perpetuam. Os imigrantes falam e entendem fluentemente o português, mas conversam entre si em hebraico.

Por Sabrina Idalêncio

sábado, 9 de julho de 2011

Rubens da Cunha em Campo Alegre





Na tarde de ontem, o escritor Rubens da Cunha esteve na Feira do Livro, em Campo Alegre, para lançar seu livro “Crônicas de Gato”. A obra é a primeira publicação destinada ao público infanto-juvenil produzida pelo autor. Graduado em Letras, Rubens é doutorando em Literatura. Também é autor dos livros “Campo do Avesso”, “Casa de Paragens” e “Aço e Nada”. Suas principais influências são as poetisas Cora Coralina, Clarice Lispector e Hil Hilst.
Durante a visita a Campo Alegre, o escritor leu o livro recém-lançado para alunos da rede municipal de ensino e tratou dos aspectos gerais da crônica. “A crônica não é uma história com começo, meio e fim, nem envolve personagens”, falou aos estudantes. Rubens recomenda para o público infanto-juvenil  autores como Pedro Bandeira e Rubem Braga. “Para escrever boas crônicas, é preciso ler boas crônicas. E para entender boas crônicas, é importante saber o que acontece no mundo. Um cronista ativo quase sempre trata de assuntos contemporâneos”.
Rubens conta que o principal objetivo da visita é mostrar aos estudantes a atividade da escrita como natural, sem endeusar o escritor. “Eles passam a perceber que também possuem capacidade para produzir textos”. Rubens se surpreendeu com a curiosidade de um dos alunos. “No meio da conversa, alguém levantou a mão e perguntou: ‘o que é crônica?’. Fiquei quase sem resposta, pois não há defininição exata”.
O escritor conta que iniciou sua carreira literária há 15 anos, por se tratar de um sonho antigo. “Possuo formação em comércio exterior e atuei na área por muito tempo. Escrevia como amador mesmo, mas já participava de grupos de poemas”. Em 2001, lançou seu primeiro livro. “Publicar permite realizar oficinas e cursos. Nem é tanto pela venda”.  Rubens possui blog e afirma que a internet é uma grande aliada de quem escreve. “Sem essa comunicação, eu não conseguiria leitores de várias partes do país, e até de Portugal”. Apesar disso, seus livros ainda não estão disponíveis para download. Rubens da Cunha publica semanalmente suas crônicas no jornal ANotícia.

Por Sabrina Idalêncio

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cuidados fundamentais com as ovelhas em Campo Alegre







Campo Alegre é a Capital Estadual da Ovelha. Possui, inclusive, a ovelha orgânica. Por lá, os ovinos se adaptam bem, e o frio é um dos motivos.
Segundo o criador de ovelhas e proprietário da Chácara Richardora, Áureo Merkle, o principal cuidado com os animais nessa época do ano é em dar as vacinas adequadas para evitar verminoses. “O inverno é a época em que as ovelhas dão cria e nascem as ovelhinhas. Eles nascem entre os meses de julho e agosto”, conta. O período de gestação de uma matriz (ovelha usada para reprodução) é de cinco meses, e ao nascer o borrego alimenta-se do leite materno. “Esses animais não tem problemas com o frio. É até melhor que nasçam agora do que no verão. Coisas da natureza”.
Em sua propriedade, Áureo possui cerca de 600 ovelhas. As raças Texel e Ille de France são as mais indicadas para o clima serrano. “Elas tem o pelo grosso, uma grande vantagem. A tosa só ocorre nos meses de novembro e dezembro, mas aqui não comercializamos a lã”. Segundo Áureo, essas duas raças engordam mais rapidamente e tem a carne mais valorizada. Na propriedade, há também a ovelha crioula, a famosa “ovelha negra”, mas ela não é comercializada.
As ovelhas da Chácara Richardora vão para o abate com seis ou sete meses. “É por isso que chamamos de cordeiro. Ainda não é ovelha adulta, mas só vão para o abate animais que pesam a partir de 45 quilos”. O cordeiro é abatido em Rio Negrinho e, depois, embalado. “São feitos os cortes nobres carré e t-bone. Além deles há os tradicionais, como pernil, paleta e costela”. A carne produzida na Chácara Richardora é comercializada nas cidades de Joinville e Curitiba. Em Campo Alegre, pode ser adquirida apenas na Casa da Colônia.

Cartaz: Divulgação
O cordeiro é ingrediente básico da gastronomia local. Neste final de semana, o Festival de Inverno traz o Festival Gastronômico, do qual vários restaurantes do município participam. Para mais informações, acesse http://campoalegreturismo.com.br/noticias/show_news.php?category=15

Por Sabrina Idalêncio

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Entrevero de pinhão: um prato típico e original dos tropeiros da Serra

Neste sábado, o Restaurante Cachorrão entra no clima do Festival de Inverno com cardápio especial, incluindo o tradicional entrevero de pinhão. O local construído em madeira rústica tem fogão a lenha e decoração antiga campeira. Canecos das festas tradicionais da região dos anos 1970, discos dos mais variados gêneros e aparelhos eletrônicos antigos (rádio, TV, máquina de escrever) são os destaques, todos expostos de maneira criativa pelo proprietário Claudio Idalêncio. “A maioria desses objetos foram doados. Se não estivessem aqui, provavelmente não existiriam mais”.
Claudio sempre sonhou em ter o seu próprio negócio, até um dia surgir a oportunidade. “Fui demitido do meu antigo emprego e resolvi tentar. Com trabalho, fé em Deus, e muito controle, consegui. Já faz dez anos”. Hoje, serve uma média de 40 refeições diárias. Localizado na Rodovia SC 301, em Campo Alegre, o restaurante fica aberto das 11h até as 14h, de segunda a sábado.
Prato típico dos tropeiros, o entrevero era feito com tudo o que tinha nos lugares que eles ficavam. “É por isso que existem tantas receitas diferentes”, completa Claudio. Além do entrevero, o cardápio de sábado no restaurante conta com feijoada, paçoca de pinhão e arroz carreteiro.
Abaixo, segue a receita.   









                             
Entrevero de Pinhão
500 gr. carne de gado
500 gr. de peito de frango
500 gr. de carne suína
500 gr. pinhão cozido e cortado em quatro, no sentido
de comprido
Uma xícara de bacon em fatias
100 gr. de linguiça calabresa cortada em pequenos cubos
100 gr. de bacon picado
04 tomates picados
01 cebola grande picada
Sal, alho, pimenta-do-reino e tempero verde a gosto.
Modo de preparo
Primeiro, refogue o bacon e a carne de porco. Acrescente as outras carnes e refogue também. Pode deixar tudo por 20 minutos. Depois disso, coloca junto o pinhão e os temperos. Misture bem e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Bom apetite!


Por Sabrina Idalêncio

terça-feira, 5 de julho de 2011

Artesanato também é atração em Campo Alegre





Várias oficinas de artesanato e gastronomia estão ocorrendo durante esta semana do Festival de Inverno em Campo Alegre. Uma delas é a de patchwork, ministrada por Sirlene Welter, conhecida como Nena.
O patchwork é um artesanato produzido com retalhos de tecidos, todos emendados. É possível produzir bolsas, cortinas, móbiles, pesos de porta, decorações de datas como Natal e Páscoa, cachecóis, tapetes e enfeites para incrementar roupas e bolsas.
Sirlene conta ter iniciado no artesanato ao fazer um curso acompanhando uma amiga, há mais de dez anos. “Nem imaginava que ia gostar tanto. Hoje, é uma realização minha”. Nena possui ateliê em sua casa e recebe visitas de vários grupos com freqüência. “Sempre ensino aos meus alunos a importância da base. Se uma casa não for construída em cima de alicerces bem feitos, ela desmorona. Assim também é no artesanato”.
 A artesã considera o artesanato bem aceito atualmente, mas admite que suas peças são mais procuradas por turistas do que por pessoas da cidade. “Muita gente graduada vem aqui aprender artesanato para incrementar a renda. Já vendi minhas peças para pessoas de várias partes do Brasil”, conta. Sirlene possui, em seu ateliê, peças que custam a partir de R$ 3,00. “O preço varia, mas depende do trabalho que tive. Às vezes, passo uma semana inteira trabalhando em uma única peça”. O material utilizado são as sobras de tecido da têxtil Buddemeyer, de São Bento do Sul.
Ainda há vagas para quem tem interesse em cursar a oficina de Patchwork. Ocorre hoje, das 13h30 às 17h. A taxa de inscrição custa R$ 10,00 e a idade mínima é de 16 anos. Confira a progrmação completa do Festival de Inverno no site http://campoalegreturismo.com.br/noticias/show_news.php?category=15

Por Sabrina Idalêncio

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Iniciam hoje as atrações do 8º Festival de Inverno em Campo Alegre




Quem está de férias já pode subir a serra com destino a Campo Alegre para conferir as atrações do 8º Festival de Inverno. Atrações culturais com música, artesanato, cinema e gastronomia estão programadas para ocorrer durante a semana.
Hoje, os campos já amanheceram brancos e a chuva cessou. Não há previsão para chuva durante a semana da festividade.  Vale a pena sentir o frio na pele e esquentar-se com o aconchego da simpática e acolhedora Campo Alegre.
No sábado, terá show com o Grupo Minuano, a partir das 20h no Calçadão. No domingo, a Banda Expansão encerra o evento. A programação completa está no endereço:  http://campoalegreturismo.com.br/noticias/show_news.php?category=15

Por Sabrina Idalêncio

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ciclismo nacional em Campo Alegre

No último feriado de Corpus Christi, ocorreu a 13ª edição da Volta a Santa Catarina em Mountain Bike. O evento contou com quatro etapas na região de Joinville. Os ciclistas federados correram na categoria endurance e os não-federados, na categoria Light.
O vencedor da corrida entre Joinville e Campo Alegre pela categoria Light, Gabriel Miguel Navas, 18 anos, corre pela equipe Boscoli Competições, de Presidente Prudente (SC). O atleta treina há um ano e integra a equipe há 60 dias. Iniciou no ciclismo por influência de uma amigo e gostou. “Foi o lugar mais longe que já corri, e também foi minha primeira vitória”, conta. Segundo Gabriel, a maior dificuldade é por causa do relevo, pois é acostumado a treinar no plano e, em Campo Alegre, correu por entre morros. “Gostei da corrida, as cachoeiras e as montanhas daqui são muito bonitas. Nunca tinha passado por uma neblina”, relata o jovem atleta.
A equipe BOSCOLI COMPETIÇÕES, pela qual Gabriel corre, iniciou suas atividades neste ano e conta com mais 9 atletas: Hugo Komuro, Ivan Komuro, André Martins, Ademir Lino, Alexandre Fernandes, Thiago Gimenes, João Paulo Benevento, Murilo Marra e Johnsson Severo (Técnico da equipe), competindo os dois principais campeonatos da região de Araçatuba, 12ª Copa Regional de Ciclismo e a 9ª Copa Noroeste de MTB.
Os atletas praticam o ciclismo há muito tempo, mas só neste ano tiveram essa oportunidade de fazerem parte de uma equipe. É a 1ª equipe independente da cidade e, para os atletas, está sendo um grande e prazeroso desafio. Mesmo começando a competir no início deste ano, já contam com ótimos resultados onde passam.



Para Gabriel, é importante ter disciplina e persistência para iniciar no ciclismo. “Qualquer pessoa pode começar com uma bicicleta simples para adquirir agilidade e velocidade. Quando descobrir que realmente quer competir, compra um equipamento melhor”, pontua.

Por Sabrina Idalêncio

sábado, 25 de junho de 2011

2º Desfile Show é sucesso em Campo Alegre

Pelo menos 200 pessoas prestigiaram,  na tarde de hoje, o desfile com café colonial em prol do Hospital São Luís. O evento foi iniciativa das proprietárias das lojas Comercial Liebl, Relojoaria e Ótica Rolf, Chalé Utilidades e Presentes e Momento da Moda Confecções. O presidente do CDL de Campo Alegre, João Alaor Nenevê Cordeiro, também apoiou.
No evento, foram expostas tendências da moda Primavera/Verão 2011 em roupas e acessórios femininos, masculinos, adulto e infantil.








Nas últimas semanas, a mídia local abordou a crise financeira pela qual passa o único hospital da cidade.Segundo o diretor administrativo do Hospital São Luís, Alaor Hansen, o dinheiro arrecadado será revertido em medicamentos.

Por Sabrina Idalêncio

Algumas das informações acima foram retiradas da edição nº 4440 do jornal A Gazeta de São Bento do Sul.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Volta ao passado para celebrar 50 anos de felicidade




O casal Frederico Arildo Detroz e Maria Zineide Detroz completou, no último dia dez, 50 anos de enlace matrimonial. Para agradecer a Deus pela saúde e felicidade, os dois subiram ao altar da Igreja Santíssima Trindade, de Campo Alegre, onde se casaram há meio século. A missa foi celebrada no último domingo, 12 de junho, e reuniu os três filhos, três netos e demais familiares.
Conhecidos pela comunidade campo-alegrense como “Seu Arildo” e “Dona Inês”, o casal sempre se conheceu. “Éramos primos”, declara Maria. Embora tivessem parentesco, não brincavam juntos. Moravam em Campo Alegre, mas as casas eram distantes. Um dia, se encontraram em uma festa e começaram o namoro. Após seis meses, noivaram. Mais meio ano, casaram. Depois de um ano, veio o primeiro filho. “Trabalhávamos na roça e levávamos o filho junto. Ele brincava na rede que ficava esticada entre as árvores”, conta o casal, que não aconselha a união entre pessoas da mesma família. “Nenhum dos nossos filhos nasceu com deficiência, mas podia acontecer”, aconselha dona Inês.
Para o casal, os relacionamentos já não duram muito por causa das “ficadas”. “No nosso tempo havia o namoro, mas era cada um na sua casa”. E o segredo para tanto tempo de casamento? “Muita paciência, muito carinho. Saber perdoar e não guardar mágoa”.
Após a missa, o casal recepcionou os convidados no Restaurante Cachorrão, onde receberam diversas homenagens dos familiares.

Por Sabrina Idalêncio.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Outono com ar de inverno em Campo Alegre




O inverno inicia apenas dia 21 de junho. Porém, nesta semana, o vento gelado e as temperaturas perto do 0ºC já deixam pistas do que será o inverno no planalto norte catarinense. Alguns campos amanheceram brancos na segunda-feira, mas não há previsão de geada para os próximos dois dias. Segundo o site da Epagri/Ciram, a temperatura mínima prevista para os próximos dias é de 6ºC e a máxima, de 22ºC.

Por Sabrina Idalêncio