Introducing San Francisco O Parc De France, no Saguaçu Fim da novela?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Palestra com o jornalista Diego Santos (ANotícia) incluiu o JEC

O bate-papo com os acadêmicos de jornalismo foi na segunda-feira (10) e abordou diferentes assuntos



O encontro com o profissional da mídia impressa joinvilense, com 10 anos de experiência, aconteceu na sala C-22 e contou com aproximadamente 40 alunos de jornalismo do Ielusc


As turmas de Redação II A (Profª Sabrina) e Redação II B (Profª Amanda) interagiram animadamente com o palestrante, principalmente quando o assunto foi o JEC



Professora Sabrina Passos (Redação II turma A)



Professora Amanda Miranda (Redação II turma B)


 "Conte uma história como se estivesse falando num bar, com seus amigos, tirando os palavrões, é claro" foi uma das dicas do jornalista aos presentes


Por coincidência, na ocasião o assunto sobre a compra de uma vaga-na série C- pelo JEC foi debatida.


Diego relatou todo o processo de apuração desse escândalo protagonizado pela diretoria e prefeito da época



"Fomos os primeiros a publicar o conteúdo daquela reunião onde o Tebaldi propôs -claramente- comprar a vaga de um outro time catarinense" salienta


Matérias polêmicas como essa do JEC e outras como o relato da vítima de uma enchente que perdeu a família para a fúria das águas foram destaque na palestra.
"É muito difícil eu me emocionar durante uma entrevista, mas naquele dia sucumbi à emoção e chorei junto com o Branco" conta Santos ao revelar o teor da entrevista.

Texto e fotos: James Klaus

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Ipê Amarelo




Não há como um fotógrafo passar por um Ipê Amarelo e não fotografar, portanto NOSSAPAUTEIROS, vamos registrar essas árvores no contexto de nossa região!







local: rua xv de novembro altura do número 2000 bairro Glória








local: início da estrada Blumenau, bairro Vila Nova






local: início da rua Amandus Penski, bairro Vila Nova

por Leandro M Ferreira


O que acontece em um dia Nublado?

  Em uma tarde escura de domingo em Balneário Barra do Sul.












Por Nayara Soethe

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

15 Anos sem Renato Russo

"É tão estranho, os bons morrem jovens. 
Assim parece ser quando me lembro de você, que acabou indo embora cedo demais".


Ele deixou órfã uma multidão de brasileiros que, ouvindo suas músicas, aprenderam a contestar. Ouvindo suas músicas, muitos choraram, muitos amaram, muitos gritaram... Elas inspiraram eufóricas conversas de bar e a desculpa de muitas bebedeiras. Elas foram trilha sonora de momentos inesquecíveis. Todas elas trazem recordações, ouvi-las e não pensar em um grande amor, na atual situação política e social do país, em guerras, em morte, em destruição, no amor ao próximo e em perdão, é impossível.

Ele levou as mazelas da sociedade ao microfone, levou-as aos ouvidos daqueles que estavam dispostos a escutar e cantar junto. E, dos que não estavam, elas foram enfiadas goela a baixo pelos gritos de uma geração “Coca Cola”, que repetia e ainda repete os mesmo versos em todos os cantos, e pelas camisetas com frases que ficam marcadas no pensamento.

Ele indagou: "Que país é esse?" e musicou versos que falam de amor: "ainda que eu falasse a língua dos anjos e que eu falasse a língua dos homens, sem o amor, eu nada seria".

Ele contou a história de milhões de jovens brasileiros que correm atrás de seus sonhos: "Não tinha medo o tal João de Santo Cristo...E João não conseguiu o que queria quando veio pra Brasília, com o diabo ter, ele queria era falar pro presidente pra ajudar toda essa gente que só faz...sofrer".

Ele ensinou que nós ficaremos como nossos pais no futuro e que amar ao próximo é tão ou mais importante quanto amar a nós mesmo: "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã". E que "disciplina é liberdade, compaixão é fortaleza, ter bondade é ter coragem". Que para encarar a vida e o mundo a nossa volta, isso tudo é importante. Também denunciou a apatia, o conformismo e o consumismo que adoeceram e adoecem os jovens de todas as gerações: “somos filhos da revolução, somos burgueses sem religião, nós somos o futuro da nação”.

Ele teve a sensibilidade de uma criança ao rabiscar o sol nas calçadas em dias de chuva, e coragem de cantar seus sonhos de infância em público. Em confessar que gostava de "meninos e meninas", em frente a uma sociedade machista, moralista e reacionária.

Ele celebrou a injustiça, a intolerância, a incompreensão, a violência para denunciá-las. Cantou o Hino Nacional ao ritmo de músicas de programas de auditório para escrachar o “divertimento”, a alienação do povo brasileiro feito pela TV. Cantou esses versos rodeados de margaridas, vestindo um traje épico preto. Foi a forma de oferecer a morte a todas as desigualdades existentes denunciadas com "Perfeição", na música que os fãs da Legião Urbana consideram o Hino Nacional Brasileiro. O campo de margaridas foi palco para o velório e enterro delas. 

 
Ao final, ele teve honestidade para celebrar sua própria estupidez, de ser humano que também cometeu injustiças, que também provocou desigualdades e sofrimentos, que como todos não foi perfeito. Na última estrofe um pedido pela verdade, pela liberdade e redenção dos pecados cometidos. Inspirado pelo anuncio da primavera, o desejo de amor, a oferta de amor e a esperança de um futuro perfeito que viria. Que não veio. Não para ele. Quem sabe, para nós?
Ele viveu entre a euforia e a melancolia, entre a felicidade e a tristeza, entre o amor e a solidão. Ele teve um filho, era homossexual, foi romântico assumido e, no final, foi cristão. Ele se deixou dominar pelo álcool e se abater pela AIDS, relutou ao tratamento e nos últimos dias, queria somente a presença do pai.

Esse foi Renato Manfredini Junior, Renato Russo, um dos grandes poetas da música brasileira de todos os tempos, cuja melodia e as letras das canções, aliadas ao timbre forte da voz, tiram lágrimas de ouvintes atentos.


No dia 11 de outubro de 2011 fez 15 anos que ele deixou órfã uma legião de fãs.

Hoje me pergunto o que estaria Renato Russo cantando? 
 
O que estaria ele falando frente ao momento pelo qual o mundo passa? 
 
Vendo seu passado escrito nas letras se pode ter uma ideia. Gosto de acreditar que ele continuaria gritando e mostrando ao mundo que “somos todos iguais”, “que se o mundo é mesmo parecido com o que vemos, devemos acreditar nele do nosso jeito” e fazer o melhor para torná-lo como queremos. 
 
Com certeza, ele faz muita falta...

Homenagem a Renato Russo realizada no Rock in Rio 2011, com participação da Orquestra Sinfônica Brasileira e dos ex-integrantes da Legião Urbana.



Texto e fotos: Carolina Veiga 
Video: Youtube.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

É dia das Crianças


Semana das crianças no Costa e Silva

Grupo de voluntários fez a festa para a criançada do bairro



A manhã chuvosa de domingo (09) foi de muito calor humano e diversão


A festa foi no Centro Esportivo Comunitário Pavão


Para a criançada, tudo!


                                          Os voluntários são responsáveis pela organização das brincadeiras e preparo de lanches e bebidas


A organização trabalhou duro por meses para garantir as doações para a comemoração






Além das guloseimas, não faltaram brindes e presentes. Para o pessoal da gincana, teve até premiação com medalhas



Dário é um dos responsáveis pela realização do evento, cujo sucesso está estampado no rosto da gurizada


Passava pouco das 8h da manhã e o público não parava de chegar



Parabéns aos 36 colaboradores por apoiarem esse evento comunitário, demonstrando a preocupação pelo bem estar dos pequeninos do bairro Costa e Silva. Parabéns à comunidade da região e principalmente aos voluntários.


Texto e fotos: James Klaus
                     Programa Nós de Joinville