Introducing San Francisco O Parc De France, no Saguaçu Fim da novela?
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domingo, 6 de novembro de 2011

Matrimônio fotográfico de uma noite

“O casamento é um ritual, tem um passo a passo”, disse o professor Pena Filho. Com essa ideia, fotografamos cerimônia e festa de casamento num parque aquático do Itinga, dia 15 de outubro. O fato de ser um evento com ações previsíveis não cancelou o esforço. É porque fomos os únicos fotógrafos presentes. A responsabilidade aumentou. Os noivos esperavam um registro fiel de um momento único na vida deles. E deu tudo certo.
O casamento é um ótimo lugar para se por em prática o que se sabe sobre fotografia. Seja pela correria ou pelas poses que pedimos aos noivos e aos convidados. Havia uma tensão quando a velocidade tinha de ser baixada na câmera ou era preciso mais luz na foto do beijo do casal. E aí: flash ou não? Dispara tantas fotos por segundo ou espera o milésimo exato para o registro? Era festa para os outros. Pra gente, trabalho.
Aprendemos que não se deve abaixar a câmera. Se fizermos isso, caçamos outro momento, outra expressão, outra composição a ser capturada. Porque sempre há algo que pede uma foto. Terminamos a festa com mais de 2.500 fotos. A seguir, algumas delas.







Johannes Halter
Almério Francês Junior

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Rumo a vinte mil acessos

Estudantes de jornalismo da matéria fotojornalismo II B comemoram acessos ao blog Nossa Pauta

domingo, 25 de setembro de 2011

Tatuagens dominam corpos e mentes femininas

O desenho em pele é uma técnica milenar que possui muitas adeptas em Joinville. De variadas idades, elas somam cerca de 70% da clientela nos estúdios de tatuagem. A maior parte tem entre 16 e 30 anos e não consegue parar depois de provar a tinta. Inspiradas por motivos íntimos e subjetivos, elas abriram uma nova forma de pensamento em sua geração, confrontando os antigos tabus e a ideia da marginalização.

Há 10 anos, eram cinco estúdios de tatuagem quando Márcio Ferreira, 42, começou a tatuar na Galeria Marcos Grossembacher, no Centro. Agora, fala impressionado sobre como o mercado cresceu para 12 estabelecimentos, apenas no Centro, praticamente um novo por ano. Isso é explicado pelo aumento da procura por esse tipo de procedimento estético, o qual é dominado pelo sexo feminino.

Atraídas pela questão estética, elas escolhem tatuagens de borboletas, flores, escritos ou estrelas. São os chamados desenhos comerciais que tornam tatuar um trabalho rentável, com elas retornando numa média de três a quatro meses para as gotas de tinta. Há, também, aquelas que fazem algo diferente e subjetivo. “Tem as mais ousadinhas, algumas escondem, outras ainda fazem por fetiche”, esclarece Márcio.

Inspirada pela paixão e delicadeza que a rosa transmite, Débora dos Santos, 22, escolheu esse desenho porque desejava uma tatuagem e queria algo “deslumbrante”. Com 18 anos na época, não teve apoio da família no valor de R$ 90 da diferenciação do braço. “Quando cheguei em casa, minha mãe morreu de inveja, mas meu pai não gostou muito”, comenta rindo. Na opinião de Débora, que tem planos de várias outras tattoos, as mulheres ousam cada vez mais, mas ainda procuram os desenhos delicados e sensíveis.

Arrependidas, várias são influenciadas pela moda, explica Márcio. Também há aquelas que se arrependem de marcar na pele o nome do ex-namorado, noivo e até marido. “A maioria das tatuagens não é possível remover. A solução, então, acaba sendo fazer uma maior por cima”, explica o tatuador. Existe, ainda, o procedimento a laser, mais caro e que não consegue remover algumas cores.

Uma borboleta colorida atrás do ombro foi a escolha de Luiza Cardoso, 20. Porém, sua escolha tem o toque emocional: Luiza tem fobia do inseto desde os 5 anos e decidiu enfrentar seu medo dessa forma. Ela procurou então um estúdio reconhecido, que garantisse a qualidade da sua saúde e do desenho, pagando o valor de R$ 200. “Às vezes, as pessoas fazem porque acham bonito, mas não tem certeza. Estava certa do que queria e não me arrependo”, afirma.

Atualidade - A tatuagem já não é algo associado à marginalidade, como há 20 ou 30 anos, para Márcio Ferreira, tatuador em Joinville. “A internet ajudou a propagandear a filosofia da tattoo”, argumenta. Ainda que muitos ainda pensem nela como fetiche, para ele, há um processo de transformação na opinião ocidental. Márcio acredita que até nas empresas a relação tem mudado. “Hoje não se deixa de conseguir um emprego por possuir tatuagem”, reforça. Mas também reconhece que o mercado prefere as recatadas e elas pensam sobre isso quando decidem se tatuar.

Johannes Halter


O tatuador Márcio Ferreira se
prepara para tatuar.
Há uma mesa repleta de materiais
higienizados para o trabalho.
São várias as tintas e materiais de suporte para o tatuador.
Antes de tatuar, Márcio afina o desenho.
As mãos do tatuador diferenciam a pele dos clientes.
O próprio tatuador reflete sua paixão.
Os desejos de transformação se
estendem à várias partes do corpo.
O ambiente do estúdio é personalizado
e imerso no universo artístico.
Márcio também desenha em tela e folha,
mas sua paixão é o desenho em pele.


Além das tattoos, os piercings também são
uma pedida para diferenciar o corpo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Gravação do filme "Suiços Brasileiros - Uma História Esquecida"


QUARTA-FEIRA, 6 DE JULHO DE 2011 Postei: 7ª Arte - "Suiços Brasileiros - Uma História Esquecida", hoje trago pra vocês o Making off das gravações dos dias 08 e 09 (Estrada Bonita) e 12(S. Francisco do Sul - SC).

 Maquiagem e Set de filmagem (08/07/11)

Maquiadores Jupter Filmes


Família de imigrantes

Ator Jim Kaiser Miers (figuração Suiço)
Muriel e Raquel preparando autorizações para elenco assinar






 Suíços - Figuração














 Alojamento provisório dos Suiços em Joinville
Diretor Calixto Hakim






Dia 09- 6hs 
da manhã café para o elenco e produção














Atores Suíços conhecendo Erva mate

Bastidores


Eduard Schroeder 
















Atores Vander e Alex




Bebê figurante precisando da mãe real







Vista da propriedade  centenária da família Mews, no Rio Bonito
Joinville-SC



São Francisco do Sul - SC Dia 12/07









 Equipe de Produção


 Diretor Calixto e Marcelão






 Atriz Samira Sinara pausa para o almoço,  interpreta "Anna"



Centro Histórico de S. Francisco do Sul-SC

Fotos: James Klaus e Keilamiers
Texto: James Klaus Jornalismo I