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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Boi de Mamão, "Overdoze" cultural do SESC

Apresentação do Grupo Folclórico "Entre Parentes Boi de Mamão" reuniu cerca de 50 pessoas na quadra do SESC Joinville, no último sábado (17/09) e integrou a programação "Overdoze" Cultural, incluída no projeto Palco Giratório do SESC.

 







 

Postado por: Carolina Veiga

FotoReportagem

por
 Leandro Ferreira

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Grupo de Teatro da Embraco em "A velha que enganou a morte"

Fila na porta, sala lotada, cadeiras que comportavam crianças de todas as idades ansiosas pra que se acendessem as luzes e o espetáculo começasse. Assim estava o Teatro Sesc na apresentação da peça A velha que enganou a morte, representada pela companhia de teatro da Embraco. A peça fez parte da Overdoze, 12 horas consecutivas de espetáculos artísticos que encerraram a temporada da Aldeia Palco Giratório.
O espetáculo, com texto da Companhia Dionísio de Teatro e figurino de Lucas Davi, arrancou risos e aplausos da platéia. Encenada por 6 dos 8 atores da companhia, a peça, mesmo que realizada com poucos ensaios, conseguiu transmitir ao público a riqueza de histórias bem contadas.
Sabrina Favarin dos Santos, 15 anos, estudante, se emocionou com a peça. “Essa foi a primeira vez que vim ao teatro. A peça é muito boa, ri demais. Acho muito bonita a iniciativa de ser ator voluntário e levar alegria à tantas pessoas”.
O ator Laércio Madalena, intérprete de São Pedro em A velha que enganou a morte, trabalha há 16 anos na Embraco e há 14 anos nos palcos. A relação do ator com o teatro é de paixão e realização. “O teatro é voluntário. A minha relação com o palco é de satisfação pessoal. Meu filho, de 15 anos, cresceu junto com as peças. Desenvolvi a minha paixão por teatro, e meu filho cresceu junto a ele.”
Laércio conta que é preciso muita dedicação e disciplina para contar histórias. “Tem meses que chegamos a apresentar 36 peças em uma semana. Tudo isso começou para fazermos apresentações dentro da empresa sobre os temas que eles nos pediam. Ensaiamos apenas nas terças-feiras, então, uma apresentação demora aproximadamente três meses para ficar pronta. Mas todo o esforço vale muito à pena”.  








Por Pamela Caitano

A bruxa anda à solta em Joinville!




Comentário sobre o espetáculo “Entre Sonhos e Bruxas”
Trupe Sonora Casa de Orates – Itajaí/SC

O teatro do Sesc-Joinville lotado, na noite de sábado, indicava a expectativa em torno do novo espetáculo da itajaiense Trupe Sonora Casa de Orates, “Cantando Bruxarias”. O nome do grupo, cuja significação é “manicômio” ou “casa de gente maluca”, tem tudo a ver com a proposta apresentada: uma arte integrada entre música, teatro e imagem, uma verdadeira loucura.





Loucura, aliás, é ver a Trupe em ação. O viés principal é a música, mas o elemento teatral do personagem assustador Corcunda, que recebe a platéia com um lampião em meio à bruma, é bastante marcante. Aliás é o Corcunda quem, em latim, dá as boas vindas e apresenta o restante dos “Orates” à platéia. Em palco, o conjunto no geral funciona muito bem, até porque os músicos têm um entrosamento quase mágico.






Os ritmos transitam livremente numa mistura de progressivo, jazz, rock, medieval e MPB, completado pelo figurino medieval, ás vezes clássico e social, sempre bruxulesco. A presença marcante de um “espírito” que vaga, ora entre os músicos, ora entre a platéia, acrescenta ao ambiente uma sensação de mistério e suspense.






O baterista/ator Júlio Mendonça é quem irrompe a parafernália sonora em meio aos acordes de um acordeão, acompanhado pelo violão de Márcio Novaes(back vocals) e do baixo de Darlan Martins, que completam a cozinha. O vocal afinado de Marcelo Azeredo, que também toca Sax, flauta transversa e percussão, encontra na sensualidade da cantora-atriz Siara Bonatti a voz que preenche todo o contexto bruxulesco proposto do show. Quando tudo já parecia estabilizado, os riffs do guitarrista Roberto Rosa, num estilo “The Who”, incendeiam ainda mais os ouvidos da platéia, que a cada música executada, através de aplausos, clamava por mais.






A Casa de Orates nasceu em 2003, na portuária Itajaí, onde a influência de Iemanjá e Ogum (ou algum Exu) certamente inspiraram os letristas a comporem o primeiro CD “O Artesão dos Sonhos” (2007) e seu sucessor “Luaria”, a ser lançado no segundo semestre deste ano. A música dos “Orates” traz a temática das bruxas e faz referências ao folclore e a literatura Ilhoa-Cascaesiana.






O cachimbo da paz aceso pelo “espírito Guarani” parece não incomodar os não-fumantes, que a essas alturas já estão envolvidos pela performance do ator Jonata Gonçalves, cujo palco, naquela noite mística, era toda a sala teatral do Sesc.








A Trupe Sonora Casa de Orates remete, muitas vezes, ao som da setentista "Casa das Máquinas", noutras, ao misticismo da escocesa "Jethro Trull"




Entre poesias e bruxarias mil, a apresentação da banda chega ao final, fazendo com que o relógio do tempo, outrora estático, siga em frente



Rá-tim-bum! A platéia pede bis! Mais magia! 






 Aliás, durante o espetáculo, de relance, é possível sentir a presença do bruxo Franklin, que só não se materializou ali mesmo, naquela noite, naquele palco, porque a lua permaneceu encoberta nos céus da bucólica e chuvosa noite joinvilense.
Sapos, Corujas e Morcegos: Zás-trás!





Naquela noite fria, após entrevistar a trupe - em vídeo a ser postado - roguei uma praga nos camarins, no melhor estilo Zé do Caixão, para que o grupo retornasse a Joinville. Plunc-plact-zum, Ráááááááá!!!!!!


Texto e fotos: James Klaus

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Surf na praia do bispo

Aconteceu nesse final de semana a primeira etapa do Teahupoo Wave Festival, na praia do Bispo em Balneário Barra do Sul. O campeonato foi dividido em 8 etapas, infantil, iniciantes, interna, junior, longboard, master, mirim e open.
Os prêmios iam de kits da Teahupoo para todos os vencedores e pranchas para os mais bem colocados em duas categorias. 
A segunda etapa deve acontecer em novembro deste ano.






 Texto e fotos: Aline Michalack